Cheiro de mar, leve maresia no rosto
Um gélido vento vindo do mar carregando esperanças
Como uma carta de boas vindas ao novo mundo
Lembro de quando era criança e sentia o mar
De correr na areia, e construir castelos e mundos
Onde as águas sempre no final do dia levavam meus sonhos para o oceano
Tudo sempre na nossa vida será um presente de Deus
É um sofrimento quando perdermos, ou se nos é tirado
Agora que cresci, estou grande não somente em tamanho
Nenhum mar irá destruir meus castelos, agora feitos de concreto e aço
Não importa o quão egoístas mesquinhos que sejamos
O destino final virá para todos, e nos resta construir
Os desejos primitivos de criança
Ser feliz, e gerar felicidade para aquele que está por vir
Ou somente plantar a semente para que alguém um dia regue
E se for forte o bastante ofertará para o mundo
Os frutos da sua felicidade plantada por toda eternidade
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